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Dia da Educação, Rally Paris-Dakar e meu primeiro capítulo de livro

Dia da Educação, Rally Paris-Dakar e meu primeiro capítulo de livro

O que o famoso Rally Paris-Dakar, o Dia da Educação e meu primeiro capítulo de livro tem em comum? Primeiro, vamos celebrar esse 28 de abril, Dia da Educação, que teve origem no Fórum Mundial da Educação em abril de 2000, com o compromisso de quase 200 países para atender um direito básico da humanidade, que a educação alcançasse o mundo todo até 2015. Esse Fórum aconteceu em Dakar, no Senegal, a cidade da prova de rali mais longa, difícil e famosa do mundo: o Rally Dakar ou Paris-Dakar. Além da extensão e dificuldades indescritíveis, o evento enfrentou problemas de segurança que inviabilizaram o evento em Dakar, resumindo, o Rally Dakar foi globalizado, ainda acontece em vários lugares do mundo e não mais em Dakar.

Além da cidade em comum, como tem sido o caminho da Educação desde então? Se for tão longo e tortuoso quanto do rali, temos mais pontos em comum do que gostaríamos. Quem trabalha ou desbrava essa área tão digna, pode comentar, porque o romantismo da profissão de professor sem condições de trabalho ou salário compatível, assim como, dos alunos que estudam sob um poste de luz pública com recursos doados, não são apenas provas de amor, mas de necessidade e resistência. Já passamos do prazo, que era 2015 e ao todo, são mais de 20 anos e apesar dos avanços, ainda não atingimos a meta do Fórum Mundial. Esse último ano pandêmico sacudiu o mundo, até para relembrar da importância da educação, que nunca esquecemos, mas parece que sempre falta alguma coisa. Cada país tem sua história, mas aqui, eu vejo diariamente notícias de professores e alunos, resistindo, mais do que em uma prova de rali para ter acesso a um direito básico e essencial. Assim como o Rally Dakar, se não tivermos condições de seguir aqui, que possamos seguir de forma global equivalente, diferente do evento que é presencial, a Educação é Digital e não se limita mais nas barreiras geográficas. Se a Educação é capaz de viabilizar melhores condições e oportunidades para todos, o educador é o caminho.

Por tudo isso, pelas lutas invisíveis nesse mundo onde apenas ensinar e aprender nos proporcionará melhores perspectivas, fica minha homenagem e eterna gratidão, aos professores e todos que educam ou ensinam, mesmo aqueles que não se identificam assim, pessoas que dedicam seu tempo para compartilhar seu conhecimento, em uma aula, um post, uma palestra, um evento ou até mesmo em um cochicho para um colega. Nas palavras de Rubem Alves, “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...”. O que eu não sei, conto com você para aprender, o pouco que sei, se lhe for útil, compartilho também no meu primeiro capítulo do livro: DESAFIOS DA EDUCAÇÃO: abordagens e tendências pedagógicas para futuro pós-covid (https://www.linkedin.com/posts/ricardocarvalho1_felizao-faez-familia-activity-6792775532565041152-7SUV). E-book grátis, boa leitura!

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