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Edtechs: o que há de novo no mercado?

Edtechs: o que há de novo no mercado?

Diante da inércia da sala de aula ao longo do tempo, as edtechs chegam ao Brasil para revolucionar a educação e o mercado educacional. A partir da remodelação de cursos e ferramentas, as novas tecnologias educacionais propõem colocar o estudante no centro do processo de aprendizagem.

Volte um pouco no tempo. Imagine a sala de aula em que você estudava, quando era mais jovem e estava na faculdade ou no colégio. Agora, pense na sala de aula da atualidade. Em comparação, pouco parece ter mudado de fato. Ainda assim, não se pode negar a mudança do lado de fora da escola.  

Fora da escola e da universidade, estamos completamente imersos no mundo digital. Não somos capazes de sair, nem por um minuto, da Internet e de nossos celulares. Nas redes sociais, aprendemos o que bem desejamos, em questão de cliques. Não se lembra como usar a fórmula de Bhaskara? Certamente existe uma videoaula que pode te ajudar.

Nesse sentido, o método de ensino tradicional pode se tornar monótono quando deixa de acompanhar as mudanças que estão acontecendo no exterior da escola. Majoritariamente compostas por startups, as edtechs vêm para reverter essa situação ao centrar o processo de aprendizagem no estudante.

Mudança forçada: como as edtechs podem ajudar?

De modo a captar novamente a atenção de seus estudantes, escolas e faculdade se viram obrigadas a modificar seus métodos de ensino. Com o auxílio das tecnologias educacionais, novas ferramentas tecnológicas puderam ser aliadas ao conteúdo de qualidade. 

Dois exemplos de como a tecnologia auxiliou para que a educação se tornasse mais atrativa estão na Faculdade de Educação Superior do Paraná (FESP) e na Universidade Cândido Mendes, ambas parceiras da InterEdTech. As duas faculdades passaram a oferecer plataformas de educação a distância (EaD), dinamizando o ensino e auxiliando aqueles que não desejam se deslocar ou que preferem estabelecer suas próprias rotinas de aprendizagem.

As edtechs, contudo, não se limitam à construção da educação a distância, um método de ensino que vem ganhando força – especialmente em tempos de pandemia. Elas oferecem, em geral, soluções tecnológicas associadas à educação. Com isso, podem personalizar o ensino a cada público. Outras soluções se traduzem, ainda, a partir da criação de estratégias de marketing digital, ou mesmo da gamificação do ensino, tornando-o mais lúdico. As soluções oferecidas são diversas e variam de acordo com cada cliente. 

Mercado educacional: onde estão as edtechs no Brasil?

Os serviços das tecnologias educacionais ainda estão chegando ao Brasil e são especialmente comuns em nosso país quando tratamos a respeito do ensino básico. O ensino superior, por sua vez, ainda costuma ser deixado de lado, e são poucas as edtechs focadas em universitários brasileiros.

Apesar do constante crescimento neste ramo universitário, um mapeamento realizado em 2020 pelo Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) e pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups) aponta que mais de 70% das edtechs visam o ensino básico (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio). Em contraste, somente 16,04% das edtechs se concentram na esfera do ensino superior.

De qualquer modo, do lado do cliente, os serviços de uma edtech podem dinamizar o ensino, alavancar a instituição parceira e, ainda, revolucionar o modelo tradicional de aprendizagem. Com a crescente procura e interesse em modernizar a sala de aula, as edtechs vêm crescendo e tomam cada vez mais espaço entre as startups brasileiras. Segundo o mesmo mapeamento já citado, existem 449 startups de tecnologia educacional no Brasil.

Tecnologias educacionais: o que podem fazer?

Desde a personalização ao público-alvo até a gamificação do processo de aprendizagem, as tecnologias educacionais costumam ser modeladas de acordo com cada instituição de ensino. Em primeiro lugar, as edtechs geralmente estudam o grupo no qual suas estratégias serão focadas.

Dessa forma, cada solução oferecida poderá ser focada especificamente neste grupo. Afinal, as estratégias para dinamizar a educação de crianças e adultos podem não ser as mesmas. Seus interesses são distintos, bem como aquilo que os atrai. 

Então, realizado esse estudo, as edtechs começarão a cuidar de cada um dos ecossistemas do cliente. A InterEdTech costuma separá-los entre acadêmico, marketing, plataformas e integração. As soluções são oferecidas para instituições de ensino, alunos e produtores de conteúdo – abrangendo uma ampla gama de clientes.

Aliando suas estratégias ao mundo digital e a ferramentas avançadas de tecnologia, as edtechs entregam resultados novos e modernos, adequados e adaptados ao nosso presente. Assim, por meio da tecnologia, a sala de aula poderá finalmente se redescobrir, tornando-se atraente a estudantes de diversas faixas etárias.

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